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terça-feira, 29 de junho de 2010

Gustavo Leão se empolga com papel homossexual em “Ti-Ti-Ti”


Gustavo interpreta personagem gay na próxima novela da Globo. ( Jorge Rodrigues CZN) ::


O sorriso de Gustavo Leão é uma das características mais marcantes no ator. Com um jeito pacato e um ar de bom moço, ele interpretou personagens na tevê que não fogem desse estereótipo. Como o romântico Matheus, de “Paraíso Tropical”, que viveu em 2007. Prestes a estrear em sua quarta novela, agora Gustavo vai interpretar um personagem diferente. É que em ‘Ti-Ti-Ti”, próxima novela da Globo que vai ocupar o horário das sete a partir de julho, o ator vai dar vida a Osmar, um jovem homossexual que sofre com o preconceito do pai. “A mãe não sabe e o pai não aceita. Ele prefere sair de casa e mudar de estado para poder assumir sua homossexualidade e não decepcionar a mãe”, adianta ele, que na trama vai ser filho de Bruna e Gustavo, vividos por Giulia Gam e Leopoldo Pacheco.

Na história – uma mistura das tramas “Ti-Ti-Ti” e “Plumas e Paetês” exibidas pela Globo em 1985 e 1980, respectivamente –, o personagem de Gustavo não vai ter vida longa. Logo nos primeiros capítulos da novela, escrita por Maria Adelaide Amaral, Osmar morre em um acidente de carro.

Inicialmente, a participação seria pequena, mas para alegria do ator o trabalho foi estendido. “Quando me convidaram, me disseram que seria uma participação de três capítulos. Agora, até o capítulo 30 eu apareço”, explica. Apesar da morte prematura, o personagem de Gustavo vai continuar na trama aparecendo nos sonhos da mãe e cenas de “flashbacks”. “Não sei se essa história vai prosseguir. Na novela das seis, a história é um pouco parecida”, ressalta, referindo-se à “Escrito nas Estrelas”, na qual Daniel, vivido por Jayme Matarazzo, morre no primeiro capítulo e volta para a história como espírito.

Mesmo não ficando até o fim da trama, Gustavo é só empolgação quanto ao novo trabalho. Para o ator, a oportunidade de interpretar um personagem com tamanha complexidade vale por um papel fixo na novela.

“Na hora que o Jorge Fernando me falou que seria um homossexual, eu adorei. Nunca fiz um papel tão diferente antes”, destaca o jovem, de 23 anos. O ator não fez “laboratório” para compor o personagem, mas buscou ajuda com os professores de interpretação da Oficina de Atores da Globo.

“Perguntei como eu deveria fazer um homossexual. Eles me disseram: ‘a primeira coisa a fazer é não ter essa dúvida’”, explica ele, que preferiu focar no drama familiar vivido por Osmar para interpretar o papel. “Pesquisei em fóruns da internet história de pessoas que saíram de casa por causa da não aceitação dos pais. Isso é muito comum”, conta.

Desde que aceitou o papel, uma das perguntas mais frequentes que Gustavo recebe é se faria uma cena de beijo. Sem nenhum preconceito, ele não se opõe aos ossos do ofício. “É da minha profissão, tem de estar disposto. O Rodrigo Santoro fez no cinema, o Bruno Gagliasso em ‘América’ e o Rafael Cardoso no filme ‘Do Começo ao Fim’”, enumera.




sábado, 12 de junho de 2010

EUA: transexuais terão passaporte com nova identidade antes de operar

WASHINGTON — Os Estados Unidos adotaram uma legislação mais flexível em relação aos transexuais, permitindo a partir desta quinta-feira que tirem um passaporte com sua nova identidade antes de passar pela cirurgia de mudança de sexo, informou o departamento de Estado.

"A cirurgia de reorientação sexual não é mais um requisito para a emissão de passaporte", afirmou o departamento de Estado em um comunicado.

A partir de 10 de junho, quando os requerentes de passaporte apresentarem um certificado médico indicando que se submeteram a um tratamento adequado para a mudança de sexo, o passaporte informará sobre sua nova identidade sexual.

A decisão foi anunciada durante o mês do Orgulho dos Homossexuais, Lésbicas, Bissexuais e Transexuais, informou o departamento de Estado.

PARLAMENTO DA ISLÂNDIA APROVA CASAMENTO GAY POR UNANIMIDADE








Reykjavik, 12 jun (RV) - O Parlamento da Islândia – único país do mundo a ter como chefe de Estado uma pessoa declaradamente homossexual – aprovou, nesta sexta-feira, por unanimidade, uma lei que reconhece a união entre pessoas do mesmo sexo.



Os 49 deputados do Althingi (Parlamento) aprovaram uma alteração na legislação sobre casamentos, para reconhecer, além da união entre um homem e uma mulher, também a união entre dois homens e entre duas mulheres.



Com uma população de cerca de 320 mil habitantes, a Islândia é uma nação socialmente tolerante. Em 2009, a democrata-social Johanna Sigurdadottir, lésbica, foi indicada por seu partido e se tornou primeira-ministra.



A orientação sexual da primeira-ministra atraiu mais a atenção dos meios de comunicação estrangeiros do que na própria Islândia, onde, nas últimas duas ou três décadas, tem aumentado a tolerância em relação ao homossexualismo.



A Igreja Protestante local ainda não decidiu se autorizará os matrimônios homossexuais nas igrejas. A lei diz que os sacerdotes "serão sempre livres para celebrar o casamento, mas nunca obrigados a tal."



Outros países nórdicos como a Suécia, Noruega e Dinamarca já reconhecem as uniões civis de homossexuais, uma questão polêmica nas nações mediterrâneas e nos Estados Unidos, embora, desde 1999, vários Estados deste último país, já tenham autorizado tais uniões. (AF)

sexta-feira, 28 de maio de 2010

GLS Legal cresce 148% em apenas seis meses no mercado



RIo de Janeiro (O Repórter) - Um dos portais jurídicos LGBT que mais crescem no Brasil, o GLS Legal (www.glslegal.com.br) registra 148% de crescimento em apenas seis meses no mercado.

O GLS Legal é um sistema dedicado especialmente para a proteção dos Direitos Homoafetivos (termo técnico jurídico para homossexuais), prestando suporte, consultoria e assessoria para todos os assuntos relacionados à comunidade LGBT.

Idealizado pelo Conciliador do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, Vitor Mattoso, o GLS Legal conta com uma equipe que inclui, além de advogados, psicólogos, biomédicos, instrutor de defesa pessoal e consultores empresariais.

Outra novidade do GLS Legal é uma sala virtual para atendimentos 24 horas por dia. As situações mais atendidas são união estável, adoção, violência contra homoafetivos e reclamações trabalhistas. Além disso, os clientes também podem encontrar atendimento em qualquer outra área do Direito, como Civil, Marítimo, Empresarial e Tributário.



quarta-feira, 26 de maio de 2010

Candidate Taken to Court over Homophobic Remarks

Court refused on May 25 an appeal by election watchdog group to suspend a majoritarian candidate for Tbilisi City Council membership from opposition Freedom Party to stand in the May 30 local elections.

The case, what appeared to be the first of this type, involved homophobic remarks made by the candidate on his Facebook page.

Tbilisi-based legal advocacy group, Georgian Young Lawyers Association (GYLA), which is monitoring elections, filed against Lado Sadgobelashvili, running in Tbilisi’s Mtatsminda single-mandate constituency, who posted last week on his Facebook wall messages like “Georgia without sexual minorities” and “days of homosexuals in Georgia is counted”.

GYLA claimed that Sadgobelashvili violated paragraph 2 of article 75 of the election code, which reads: “The election program must not contain propaganda of war and violence, of overthrowing the existing state and social system or replacing it through violence, of violating the territorial integrity of Georgia, of calling to foster hatred and enmity, religious and ethnic confrontation.”

GYLA deemed that the candidate’s Facebook messages contained propaganda of violence and hatred, which should have been resulted in suspension of the candidate. The Tbilisi City Court rejected GYLA’s arguments.

“It does not matter what the court ruling will be,” candidate Lado Sadgobelashvili, 24, told journalists before the court hearing on May 25. “The most important for me is protection of Orthodox Christian value

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Evangelistas americanos fomentam homofobia na África

Grupos de evangelistas americanos contribuem para fomentar a homofobia nos países africanos, segundo religiosos de outras denominações cristãs.

O reverendo Kapya Kaoma, um anglicano da Zâmbia que dirige o projeto da fundação progressista americana "Political Reseach Associates", denunciou hoje ao jornal britânicoThe Times.

Após entrevistar durante 16 meses dezenas de pessoas em Uganda, Quênia e Nigéria, o sacerdote concluiu que a intolerância dos africanos aos gays é em parte importada dos Estados Unidos.

"Com ajuda de suas amplas redes de comunicações na África, os projetos de bem-estar social, as escolas bíblicas e os professores, os conservadores americanos advertem dos riscos que representam os homossexuais e se apresentam como representantes do evangelismo desse país", assinala Kaoma em seu relatório.

"Não discutimos o fato de que parte do dinheiro enviado à África (os evangelistas) tenha fins louváveis, mas nos preocupa o doutrinamento de uma ideologia conservadora dos que recebem essas ajudas", declarou o sacerdote anglicano ao jornal The Times.

O resultado pode ser visto, por exemplo, no Malauí, onde nesta semana um casal foi condenado a 14 anos de prisão e trabalhos forçados, e em outros países do continente, onde gays e lésbicas estão cada vez mais expostos a ira popular.

Filme de Gregg Araki vence primeira edição da Palma gay




  Foto: Divulgação

'Kaboom', filme do americano Gregg Araki, leva a Queer Palm
Foto: Divulgação

Direto de Cannes

Kaboom, filme do americano Gregg Araki, foi anunciado neste domingo (23) como o vencedor da Palma gay inaugural, a chamada Queer Palm.

A criação de um prêmio exclusivo para produções de temática LGBT segue a tradição dos festivais de Veneza e Berlim, que respectivamente entregam o Queer Lion e o Teddy.

A fita de Araki, fora da competição oficial, trata de um jovem universitário que se relaciona com rapazes e garotas e começa a ter estranhos sonhos e alucinações relacionados a seu passado familiar.


sexta-feira, 21 de maio de 2010

SPORT STUDY UNCOVERS HOMOPHOBIA

More than 45 percent of people are not ‘out’ in mainstream sports and many shy away from team games for fear of harassment, according to a new study on the GLBT experience in sport.

The first study of its kind, Come Out To Play was conducted by Victoria University and Gay and Lesbian Health Victoria and sets out recommendations for greater inclusion in amateur sports.

“Sport plays a significant role in Australian society; however, it is a place where LGBT Australians are largely silent and invisible,” the study says.

Victoria University lead researcher Dr Caroline Symons told Sydney Star Observer it’s not all bad news.

“Fifty percent of people did say their mainstream sports club was welcoming so that’s good news,” she said.

The report — launched today by VicHealth — surveyed 307 gay, lesbian, bisexual and transgender people. The findings show male respondents were less likely to play team sports than women and more likely to be out in individual rather than team sports.

Overall, 41.5 percent percent of respondents (mostly female) reported they had experienced verbal homophobic harassment at some time during involvement with sport and 87 percent said that experience had affected them “in some way”.

Symons said the study mirrors international research on the subject but also highlights a unique ‘blokey’ sporting culture in Australia.

“Both implicit discrimination that results from ‘hetero-normative’ attitudes and explicit discrimination that causes LGBT sportspeople to remain in the closet, become isolated and essentially silenced, have shaped a circle of silence on this topic,” the report says.

Twenty-six percent of male participants and almost 10 percent of female participants said there were sports they would like to play but did not because of their sexuality.

Transgender respondents also reported high levels of sexism.

Although state and federal legislation prohibit harassment and discrimination based on sexuality, only 12 percent said their mainstream sports clubs had inclusion policies.

The study recommends further research is conducted in the area and calls on sports clubs to take a more proactive attitude towards GLBT inclusion.

The research was funded by VicHealth, Victoria University and the Asia Pacific Outgames Legacy Fund.

info: Visit www.glhv.org.au

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Prefeitura de Moscou proíbe parada gay pelo quinto ano consecutivo



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da France Presse, em Moscou (Rússia)

A Prefeitura de Moscou, na Rússia, proibiu pelo quinto ano consecutivo a passeata gay prevista para 29 de maio, no centro da cidade, para reivindicar os direitos dos homossexuais na Rússia.

Como nos anos anteriores, as autoridades alegaram razões de segurança e os riscos de alterações da ordem públicas, explicou o organizador do evento, Nikolai Alexeiev.

As organizações apelarão da decisão ante um tribunal de Moscou e deverão, inclusive, recorrer à Corte Europeu de Direitos Humanos de Estrasburgo (leste da França).

Desde 2006, quando foi convocado o primeiro desfile do Orgulho Gay em Moscou, a municipalidade se negou a autorizar a manifestação.

Mesmo com a proibição, o desfile foi realizado todos os anos, em meio a confrontos com a polícia.

Ex-BBB Serginho vai fazer ensaio para a revista "G Magazine"


O participante da décima edição do "Big Brother Brasil" Sérgio Francischini, 20, vai fazer um ensaio para a revista "G Magazine", especializada em nudez masculina.

Serginho, como era chamado pelos colegas de "BBB10", deu a informação em primeira mão no Twitter, onde é seguido por mais de 200 mil pessoas.

"Aceitei hoje o convite de fazer um ensaio para ''G Magazine''. Estou na próxima edição, aguardem", escreveu.

Divulgação
O ex-BBB Serginho, que afirmou no Twitter ter aceitado proposta da revista de nudez masculina "G Magazine"
O ex-BBB Serginho, que afirmou no Twitter ter aceitado proposta da revista de nudez masculina "G Magazine"

Sérgio é conhecido na internet como Sr. Orgastic porque era frequentador da festa Orgástica, em São Paulo, onde costumava tirar fotos.

Durante o reality show, o estudante ganhou cerca de R$ 50 mil em provas, além de uma moto.



Courtney Love diz que já teve caso com Kate Moss

Cantora deu detalhes sobre a noite de amor com modelo que aconteceu nos anos 90


Anos 90: Roqueira Courtney Love diz que já teve caso com modelo Kate Moss
A cantora Courtney Love

A cantora Courtney Love disse que já teve um caso com a modelo Kate Moss nos anos 90.

Em entrevista à revista “Hot Press”, Love afirmou que dormiu com Moss após persegui-la pelo quarto, mas não revelou mais detalhes. “Estive com Kate Moss. Ela não se importa. Espero que ela não fique brava por eu ter contado isso”, falou a cantora.

“É uma ótima história para os netos, sim. Kate não se drogava, foi uma coisa que simplesmente aconteceu em Milão nos anos 90. Aconteceu e foi divertido e nada mais. E ela fala sobre isso...”, completou.

Ainda sobre a noite de amor com a supermodelo, Love acrescentou: “Eu senti um beijo e disse: ‘Ótimo beijo, Kate!’ Kate é uma boa amiga. Eu quase comprei sua casa em Londres.”

O porta-voz de Kate Moss não quis comentar o caso.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Radcliffe participa de campanha contra suicídio de gays e lésbicas


Radcliffe participa de campanha contra suicídio

Radcliffe participa de campanha contra suicídio

O astro de “Harry Potter”, Daniel Radcliffe, está emprestando seu rosto para uma campanha para a redução de suicídios de adolescentes gays, lésbicas, bissexuais e transexuais.

“Eu cresci vendo muitos gays e isso nunca foi algo que eu pensei duas vezes a respeito – que alguns eram gays e outros não… Acho que é importante que alguém de um grande filme como “Harry Potter”, e especialmente porque eu não sou gay, bissexual ou transexual participar de uma campanha como essa. Na verdade, ser hetero não faz a menor diferença, mas mostra que os heterossexuais estão incrivelmente interessados e se preocupam muito”, disse o intérprete do bruxinho.



NÃO É SÓ CHUPAR...








... É CHUPAR O SEU AMIGO COM GOSTO,SABOREANDO CADA PEDAÇO DO MEMBRO DELE ATÉ SENTIR AS VIBRAÇÕES E O JATO DE GOZO VINDO EM DIREÇÃO A GARGANTA:

domingo, 16 de maio de 2010

até meu gatinho participou...

resolvi levar pra casa aquele gostosinho do meu visinho que só anda de boné e não é que na hora h o clóvis meu gato quis participar...

sábado, 15 de maio de 2010

No Restriction on Private Gay Events, Belarus MPs Tell French Parliamentarians


By Teo Valenti in Paris

PARIS, May 14, 2010 – MPs from Belarus have told their French counterparts that the decision to ban the Baltic Gay Pride parade in Minsk tomorrow was taken by the city authorities.

The delegation of Belarusian MPs visiting the French Parliament was quizzed yesterday by their French peers about the ban of the Slavic Gay Pride in Minsk on the final day of their four-day visit to France.

French MPs were told that the city authorities wanted to avoid backlash in the streets of the capital with other citizens who oppose the gay march.

The Belarusian delegation also stressed that if the events took place in a private place, no restriction would be made.

Louis Georges Tin, the founder and president of the IDAHO Committee, who asked the French parliamentarians to raise the issue, said: “We are thankful to the French MPs who raised the issue with their Belarusian counterpars.

“It is important to show to the Belarusian politicians that other countries are watching their record on LGBT rights”.

Speaking from Minsk this morning, Sergey Androsenko, organiser of Slavic Pride commented: “This is exactly the kind of political support we do need.”

He added that the remark made by the Belarus delegation that there was no problem with Slavic Pride events that were held in private was “interesting”, as there is a planned screening of the gay Canadian documentary film Beyond Gays, the Politics of Pride this evening.

As far as the ban on the march goes, the reason given to the French Parliament contradicts what the letter sent to Pride organisers said – it did not cite security reasons.

The letter told organisers that the planned march would contravene Article 9 on the staging of public events which says that “public events are not allowed at the distance of less than 200 metres from underground pedestrian crossings and metro stations”.

SEE ALSO

Blogging from Belarus and Slavic Gay Pride. This page will be constantly updated during the weekend . (UK Gay News, May 14, 2010)

IDAHO Committee Strongly Condemns Ban of Slavic Gay Pride in Minsk. The IDAHO Committee of International Day Against Homophobia and Transphobia (IDAHO) has asked Jérôme Lambert, member of the French Parliament and President of the France/Belarus friendship group, to raise the issue of the ban of the planned peaceful Slavic Gay Pride event due to be held on Saturday with the delegation of Belarusian MPs visiting France this week. (UK Gay News, May 12, 2010)

Minsk Authorities Ban Next Weekend’s Slavic Gay Pride. The city authorities have banned next weekend’s Slavic Gay Pride March, using an obscure law that says public events are not allowed near underground pedestrian crossings and metro stations. (UK Gay News, May 8, 2010)

Euro Commissioner Tells Baltic Pride Conference: “I Will Remain Vigilant” Over Gay Rights. The full text of the remarks made this morning by Vice-President Viviane Reding of the European Commission at the opening of the Human Rights Combating Fear and Prejudice conference in Vilnius, part of Baltic Gay Pride. Her remarks were by video link from Brussels. (UK Gay News, May 7, 2010)

Slavic Gay Pride Organisers Appeal to Belarus President Alexander Lukashenko. Alexander Lukashenko, the President of Belarus, was asked yesterday to personally intervene in the process of consideration of the application for the Slavic Pride march planned for May 15. In a letter, from Belarusian and Russian gay activists, also asked the President to back the recognition of International Day Against Homophobia and Transphobia in Belarus. (UK Gay News, May 7, 2010)

domingo, 9 de maio de 2010

Adoção modificará o Direito de Família no Brasil



Não é nova a reivindicação dos homossexuais pelo reconhecimento da possibilidade de pessoas do mesmo sexo viverem em união estável, de modo idêntico aos casais heterossexuais, para que possam constituir um núcleo familiar. Decisão recente do Superior Tribunal de Justiça, que confirmou decisões de 1ª e 2ª instâncias, dando a uma mulher de Bagé (RS), o direito de adotar dois meninos, filhos adotivos de sua companheira, deverá abrir novos precedentes e modificar o Direito de Família no Brasil.

Há tempos os homossexuais buscam solidificar seus direitos junto ao Poder Legislativo, por meio de projetos de lei que tendem a ficar esquecidos e sempre preteridos. Os políticos têm mais interesse em julgar outras questões que não essa, bastante polêmica e fortemente combatida pelas bancadas religiosas, que insistentemente obstam sua aprovação.

O projeto de lei que originou a nova Lei de Adoção 12.010/2009 trazia em um de seus artigos a previsão expressa de que casais homossexuais pudessem adotar. Por pressão das bancadas religiosas, o projeto foi aprovado com a supressão desse artigo. Além da ausência de previsão legal, políticos pretendem proibir a adoção por casais do mesmo sexo através de projetos de lei. É o caso do deputado Zequinha Marinho (PSC-PA), autor do projeto 7018/2010, que tem como proposta alterar o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), inserindo no texto tal vedação.

Porém, os políticos contrários à adoção por casais homossexuais vêm assistindo a queda de seus ideais preconceituosos. Vide as decisões proferidas pelo Superior Tribunal de Justiça, Tribunal do Estado do Mato Grosso e de São Paulo, sucessivamente, todas num intervalo de 10 dias.

A primeira delas aconteceu no dia 27 de abril deste ano e foi proferida pelo STJ, que concedeu a uma moradora de Bagé (RS) o direito de adotar dois meninos, filhos adotivos de sua companheira. Um dia depois veio uma decisão do TJ-MT, concedendo o mesmo direito a um homem cujo companheiro já havia adotado uma criança. No início de maio, o TJ-SP concedeu o mesmo direito a uma mulher que vivia em união com sua companheira, mãe adotiva de uma menina.

Foram três vitórias que tiveram foco no bem-estar da principal beneficiada com a adoção, a criança. Ela é quem merece as atenções e cuidados e, existindo uma estrutura familiar, mesmo que não idêntica àquelas que nossas leis determinam (as famílias heterossexuais), não há porque negar a criança o direito de ser adotada.

Ou seja, concluindo-se que há efetivamente uma estrutura familiar saudável e estável, que propicie à criança a felicidade, segurança e amor, não há motivo que justifique a separação daqueles que já vivem unidos de forma harmoniosa. Não há porque negar-lhes o direito à vida em família já que aos pequenos foi concedida a felicidade, mesmo que informal, de assim viverem. Além da harmonia dessas crianças com a família que as criou, a adoção pelo companheiro ou companheira revela-se fundamental no aspecto jurídico.

A criança adotada por apenas um dos parceiros estabelece vínculos jurídicos só com ele, por mais estreitos que sejam os laços de afeto formados com aquele que não a adotou. Só será herdeira e só poderá exigir alimentos do adotante; e só dos benefícios concedidos a ele é que a criança poderá usufruir.

Um exemplo corriqueiro é a impossibilidade de inclusão da criança no plano de saúde daquele que também a cria, mas que não a adotou legalmente e, por isso, não mantém com ela vínculos jurídicos.

Com a adoção pelo companheiro, como preconizada nos julgados recentes, a criança estabelece vínculos jurídicos com ambos os pais ou mães. Será herdeira deles, podendo exigir de um ou outro os mesmos direitos, gozando dos benefícios que ambos podem lhe dar.

Com decisões inovadoras como essas, principalmente a do STJ por ser uma instância superior, que já entrou para a história da busca pela igualdade e dignidade da pessoa humana, ganharam todos. Ganhou a família que, homossexual ou heterossexual, tem como maior função dar às crianças o suporte indispensável para que se desenvolvam e cresçam como cidadãos do bem. Cidadãos que no futuro provavelmente defenderão que nada mais é tão importante do que conceder a todos o direito à felicidade.